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Balaio D'água

Jamais quero rever um meu poema,
Escrito na ilusão de ser um dia,
Talvez um pouco mais que poesia,
Pois vã será a letra que blasfema.

Não tenho nada pronto a ser composto,
Tão pouco uns versos frouxos de argumento.
Carrego em peso certo o meu lamento,
Lamento que não possa estar disposto.

As rimas que eu rever serão malditas,
Estrofes, de passagem, vão morrer.
Possuo tão somente em meu viver,

Aquilo a ser escrito e que palpita.
Que bate em pedra dura e escorre assim,
Sereno pelas linhas que hão em mim.
Amargo
Enviado por Amargo em 08/08/2007
Código do texto: T598453


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Sobre o autor
Amargo
Niterói - Rio de Janeiro - Brasil, 45 anos
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