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Imagem da net / Mahatma Gandhi



 
O GUERREIRO DE SI
[773]
 



Até se entorte o galho do madeiro,
nem que se quebre d’aço o vergalhão,
um tipo de vergonha, nunca, não
se deixa ser corrupto por dinheiro.
 

Vergar-se e já vender-se, pois, então,
é peça bem de um pulha bandoleiro,
alguém que no caráter pôs inteiro
o fosso mal cheiroso de um lixão.
 

E pode o rei cair de grande trono,
a fala atrapalhar-se, ali, na glote,
que o guerreiro de si é o próprio dono.
 
 
Faz a vez e seu tempo, mesmo tarde,
e da vida, cedinho, dá pinote
– vai às lutas, porque não é cobarde.  

 

Fort., 02/01/2018.
Gomes da Silveira
Enviado por Gomes da Silveira em 03/01/2018
Código do texto: T6215782
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Gomes da Silveira
Fortaleza - Ceará - Brasil
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Gomes da Silveira