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Monólogo



Eu levanto cedinho, sempre cedo,
é costume que vem do tempo antigo,
muitas das vezes de um soneto amigo
eu já tenho de esboço um arremedo!

Pego o caderno e escrevo sem medo
as frases tais que acordam comigo,
lá no Recanto encontram o abrigo
na vaga amiga que sempre concedo;

Tenho notado uma sentida ausência,
já não vêm mais com aquela frequência
que vinham sempre no meu acordar,

As vezes chegam pensamentos tristes
que tu só tens porque afinal existes,
que
num soneto me nego a falar.
RIOMAR MELO
Enviado por RIOMAR MELO em 13/01/2018
Reeditado em 13/01/2018
Código do texto: T6224873
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
RIOMAR MELO
União da Vitória - Paraná - Brasil
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