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Uma homenagem

O meu soneto muda sempre o tom
quando embalado por terna saudade,
relembro um tempo que não tem idade,
sempre embrulhado num papel crepom.

Minha Ribeira,agradeço o dom,
onde uma infância curti de verdade,
ouvindo músicas de qualidade,
como as de Noca do Acordeon;

Quem não conhece Revendo Iracema,
Noca no Choro onde,sem problemas,
o saudoso Revendo minha terra,

Quando criança,pelas redondezas,
ouvindo as músicas,fazendo proezas
pelas quebradas e grotões de serra!



Minha singela homenagem a Adauto Pereira Mattos,o saudoso Noca do Acordeon.
* 18/11/1940
+ 18/07/1985
RIOMAR MELO
Enviado por RIOMAR MELO em 13/01/2018
Reeditado em 13/01/2018
Código do texto: T6224988
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
RIOMAR MELO
União da Vitória - Paraná - Brasil
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