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Os mil rostos da morte mais aterrorizante, ainda má companheira

Pari e passu, pari poema macho,
guri que ao crescer complementou leitura,
deu luz a um garoto que da luz fez facho
para iluminar a noite em secura

da febre nesses lábios fissurados
pela ausência de contato imediato
erro básico, erro dos mais siderados,
que ao não incendiarem o próprio tato

são inconvenientes e vulgares;
cooptando miasmas aos lúgubres ares
de os mares infestado por cadáveres,

com quem não quis lidar por medo dos lugares,
com que estes mortos, mortos não vindo das garres,
só fizeram piorar todos os seus pesares.
Fabio Daflon
Enviado por Fabio Daflon em 16/04/2018
Código do texto: T6310375
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Fabio Daflon
Vitória - Espírito Santo - Brasil, 64 anos
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14 e-livros (97 leituras)
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Fabio Daflon

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