SONETO POEMETO

O que chamas paixão

É deveras verdade

Manifestada em desejos

Aflorando por tuas faces.

Arquejas teu peito em frêmitos

De calores incontíveis, e pelo ventre,

A camisola se enrola no suor

Que transborda da bela epiderme.

Teus perfumes sutis enebriam

Teu próprio nariz com o lascivo

Odor deste amor narciso.

E entre afagos e encantos trago e

Partilho contigo estes momentos;

De enleio, de beijos e sentimentos.

rub levy
Enviado por rub levy em 01/07/2018
Código do texto: T6378576
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