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FORMOSURA




Quando passas, pela rua, ouço dizer:
Que bela que ela vai, parece uma donzela!
E eu, escutando, num súbito tremer,
Fico pensando, que não posso passar sem ela.

Lá vai, lá vai, no seu vestido carmesim!
Exclama o povo, boquiaberta, ao vê-la passar.
Quem dera, que nunca te esqueças de mim,
Nem do meu desejo, que te quer namorar.

Oh! meu amor, quanta formosura, em teu peito!
Entanto… meus olhos, são só pra ti,
Quando passas pela rua, naquele teu jeito.

De colchete no vestido, cinta e flor no cabelo,
És a perfeição em pessoa, que vem até mim,
Procurando todo este amor e dúctil anelo.

Jorge Humberto
07/09/07





Jorge Humberto
Enviado por Jorge Humberto em 10/09/2007
Código do texto: T646321
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Sobre o autor
Jorge Humberto
Portugal, 51 anos
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