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HUMILDE PRISIONEIRO

Assim como a ferida que não sara
Meu coração excreta pus espesso
Porque a distância que nos separa
Fere-me por fora e pelo avesso.

Nessa agonia, dá-me breve conforto
Sua foto exibindo um claro sorriso
Que é o tratamento de que preciso
Pro coração, de penas quase morto.

Quisera tocá-la sorvendo seu cheiro
Ouvir sua voz vendo dos olhos o lume...
Mas a dor que a distância não resume

Acerta com seu afiado ponteiro
Meu coração, humilde prisioneiro,
Que ela, deveras, não sabe nem presume.
Viviane Marques Miranda
Enviado por Viviane Marques Miranda em 20/12/2018
Reeditado em 20/12/2018
Código do texto: T6531853
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
Viviane Marques Miranda
São Paulo - São Paulo - Brasil
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Viviane Marques Miranda