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Fogo em brasa

*Meu primeiro soneto.

Te olho neste momento à luz do instinto selvagem
Tenho sede do desejo que escorre em sua boca
Que pouco a pouco me derrete, diga-se de passagem,
Fazendo jus dos meus delírios, me deixando louca

Quando me entrego às suas mãos de pura sacanagem
Na margem da volúpia do êxtase que me consome
Vejo-te assim tão firme... (homem de coragem)
Lobo é seu apelido, libertinagem é seu nome

Nos lábios me conduz em brasa, através do próprio tempo
Devorando-me em seus desejos, quase que me matando
Como um cão que me fareja em busca de alimento

Não é por que faz frio nesses ímpetos de saudade
Que meus lábios não estão em chamas a te suplicar
Por um pouco de frescor que em mim gera vontade
CarolAmantino
Enviado por CarolAmantino em 11/02/2019
Código do texto: T6572382
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre a autora
CarolAmantino
Pinhais - Paraná - Brasil, 23 anos
39 textos (728 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 22/02/19 23:25)
CarolAmantino