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DEVANEIOS VIRGENS

Percorro a escuridão de um sonho imenso
e tu, serva fiel do orgulho, bradas
desprezo pelas minhas alquebradas
declarações de amor que já repenso.

Na proporção das dores suportadas,
perante mim cintila a luz do senso:
por devaneios virgens vou, suspenso,
pedir guarida às sendas reveladas...

O teu silêncio, forma de tortura,
sem hesitar, garanto ferir mais
do que qualquer palavra amarga e dura.

Quando te arrependeres dos banais
comportamentos, nesta vã clausura
nem tentes me encontrar porque não vais!
Jerson Brito
Enviado por Jerson Brito em 28/09/2019
Código do texto: T6756176
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Jerson Brito
Porto Velho - Rondônia - Brasil, 46 anos
1711 textos (183174 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 15/11/19 07:53)
Jerson Brito