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Chuvas Serôdia

Depois de uma vida sofrida e desigual
De ter conhecido a solidão, e no corpo e alma a dor
E da juventude ter perdido a força e o vigor
Nasce uma esperança na vida simples e natural

Casa destruída era o coração por um vendaval
Terra seca e sem vida, é agora onde nasci flor
Um corpo morto e frio, encontrou vida e calor
Não se trata de vencer ou de luta entre o bem e o mal

Era uma vida seca de uma pessoa qualquer
Onde o amor não, não podia brotar
E que ninguém, ninguém podia imaginar

Nasceu o amor, o amor de uma mulher
Que tá enchendo rios terra e mar
Chuvas serôdia é o amor de Ivete e Gilmar
Gilmar Queiroz
Enviado por Gilmar Queiroz em 09/11/2019
Código do texto: T6790520
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Gilmar Queiroz
Laranjal do Jari - Amapá - Brasil, 43 anos
411 textos (6985 leituras)
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Gilmar Queiroz