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Auto-análise



Eu sou aquele que muito escreveu,
desde os quatorze,hoje noventa e oito,
linguajar franco,sincero e afoito,
muitos conhecem este estilo meu;

Falo de tudo o que na telha deu,
medo não tenho nem mentira acoito,
suporto firme do vento o açoito,
sóbrio recordo quem muito bebeu.

A pinga,eternizada na lembrança,
esta meu pai não deixou como herança,
porque não bebo nem de forma rara,

Porém deixou-me o mais caro legado,
nos dias atuais pouco encontrado,
o que se chama vergonha na cara.
RIOMAR MELO
Enviado por RIOMAR MELO em 03/12/2019
Código do texto: T6809821
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
RIOMAR MELO
União da Vitória - Paraná - Brasil
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