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Soneto Rústico

Não consigo controlar o meu corpo
Nem a minha suja e assassina mente
E não suporto esse desejo porco
Que surge em minha pele de repente

Tua lembrança, tão meiga e tão doce,
Suga-me em um fervoroso convite
E o anjo transforma-se, como se fosse
Uma bela e sensual Afrodite

Torno-me cada vez mais torpe e feio
Porque o amor que sinto – sincero e eterno –
Esvaece-se e vejo o corpo e o seio

Lembro-me então do abraço, do olhar terno
E do belo canto lírico e anseio
Poder um dia fugir desse inferno.
Waleson
Enviado por Waleson em 06/10/2007
Reeditado em 03/02/2008
Código do texto: T683338

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Sobre o autor
Waleson
São Paulo - São Paulo - Brasil, 28 anos
12 textos (476 leituras)
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Waleson