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Natureza Morta

Uma cesta de frutas sobre a mesa,
Outro verso esquecido pela rua.
Quero a sombra da musa agora nua
Qual aquela paisagem tão ilesa.

Não esboço o meu traço pela tela,
Nem sequer pinto a morte poesia.
Sou, talvez, a manhã que tarda o dia,
Mero passo atracado na janela.

Cada letra que atende ao meu ensejo,
Vai de encontro a um passado sem sabor.
Porta a porta a seguir em meio a dor,

Veste a pele ora escrita em seu desejo,
Sonha em ter outra estrofe sem destino,
Mesa e sonho estampado em tom salino.

Amargo
Enviado por Amargo em 06/10/2007
Código do texto: T683685

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Sobre o autor
Amargo
Niterói - Rio de Janeiro - Brasil, 41 anos
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