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Não sou juiz!

Não julgo, nem critico, nem condeno.
Não tenho esse poder ou autoridade.
Só observo, nunca contraceno;
Deixo prevalecer minha humildade.

Procuro não provar qualquer veneno,
Da mentira, do mal, da falsidade.
Ao fel da violência sou sereno;
Só busco a luz, na sombra da maldade.

Jamais alguém verá meu dedo em riste,
Quer seja criticando ou corrigindo,
Qualquer destemperança que persiste.

Assim, na harmonia vou seguindo,
Mostrando só, pra aquela alma triste:
A mente calma e o coração sorrindo.
Hélio Cabral Filho
Enviado por Hélio Cabral Filho em 14/02/2020
Código do texto: T6865862
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Hélio Cabral Filho
Biguaçu - Santa Catarina - Brasil, 55 anos
672 textos (7779 leituras)
6 e-livros (149 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 23/02/20 23:40)
Hélio Cabral Filho