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SONETO DO SONHO PROIBIDO

Nem tinha ainda o dia   amanhecido
E o ódio no seu rosto estava aceso.
As  palavras proferidas,  com desprezo,
Em cascatas de fogo, em meu ouvido.
 
Logo acordei, sentindo-me indefeso,
Tentando à sua raiva dar sentido.
Na face, como um tapa dolorido,
Senti de seu protesto o duro peso.
 
Para sofrer, do nada, tanto açoite.
Qualquer razão eu procurava, aflito,
Porque tranquila tinha sido a noite.
 
Só bem  depois da bronca exagerada,
Ela explicou que, em sonho, eu tinha dito
O nome de uma antiga namorada.
Fernando Belino
Enviado por Fernando Belino em 14/02/2020
Reeditado em 15/02/2020
Código do texto: T6866284
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Fernando Belino
Sete Lagoas - Minas Gerais - Brasil
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Fernando Belino