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O soneto de sinceridade efêmera

Somos que baluarte de nossas fases,
Como versos que bem se lutam,
E vencer todas as batalhas crases,
Pelo coração que aqui se encucam.

Sinceridade efêmera que se contagia,
E de abraçar nossos irmãs e irmãos,
De arredores de sua linda harmonia,
De corajosos ventos dos cristãos.

O soneto de sinceridade efêmera sente,
Como o sono que tangencia efervescente,
Do coração e de que se faz persistente.

Este soneto fala de uma agente,
De pazes espionando quiseres,
De mais amores que não eres.
Gumer Navarro
Enviado por Gumer Navarro em 26/03/2020
Código do texto: T6897774
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Gumer Navarro
São Paulo - São Paulo - Brasil, 36 anos
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Gumer Navarro