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SONETO PAGÃO

SONETO PAGÃO

Eu na vida sempre fui um desvairado
Meus amores sempre os tratava com desdém
Nunca rezo e, se rezo nunca digo amém
Preguiça é mesmo o meu maior pecado.

Andamos de mãos dadas –ou lado a lado-
Eu, a minha insanidade e também
A preguiça que não me larga nem por cem
O padre não quer me ver nem pintado!

Sem nada por fazer eu ontem fui à missa
Me divirto ao ouvir o culto em latim
Leitores, isso é coisa que não se desperdiça!

Vendo-me entrar ele ao certo pensou assim
 “Lá vem aquele louco, aquela “imundiça””
(Tomara que um de vocês reze por mim!)
Francisco Monteiro
Enviado por Francisco Monteiro em 22/10/2007
Código do texto: T705239

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Sobre o autor
Francisco Monteiro
Guarulhos - São Paulo - Brasil, 47 anos
72 textos (2004 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 15/12/17 01:04)
Francisco Monteiro