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O PENSAMENTO

Deixo que vá por si, como ao infinito,
o pensamento, ao vôo imaginário!
Que siga feito em gênio, no estuário
dos bilhões de asteróides de granito.

Vá mais e vá mais longe, o meu delito,
há de mostrar-se como algum corsário
das estrelas, dos astros, perdulário
da fantasia astral, sonho bonito!

Não pare nunca, deixe ir-se, a morte,
um dia descerá, por ser mais forte,
feita em poder de deuses tutelares.

Então, há de restar sem ter defeito,
sobrevoando o tempo o meu soneto,
cavalo eterno sobre a terra e os mar.
João Justiniano
Enviado por João Justiniano em 22/10/2007
Reeditado em 29/07/2010
Código do texto: T705537

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Sobre o autor
João Justiniano
Salvador - Bahia - Brasil, 97 anos
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13 e-livros (1030 leituras)
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João Justiniano