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SONETO DO ESCARRO

SONETO DO ESCARRO
(Homenagem ao Grande Glauco Mattoso)

Eu desconheço normas e formalismo
Eu repugno qualquer forma de alegria
Construo minha desventura  dia-a-dia
Ignorando aqueles gostam de cinismo

O Sartre falou do existencialismo
Já o Bocage gostava de anarquia;
O Augusto dos Anjos sequer sorria
A Florbela falava de fanatismo

Cultuo todos, do belo ao mais ascoroso
Sonetos marginais: nesses eu me amarro
E é por isso que eu sou fã do Mattoso

Faço versos marginais e, neles me agarro
Aprender-los-ei -sem ser pretensioso-
Nos que pensam que sabem tudo, eu escarro!
Francisco Monteiro
Enviado por Francisco Monteiro em 27/10/2007
Código do texto: T712109

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Sobre o autor
Francisco Monteiro
Guarulhos - São Paulo - Brasil, 47 anos
72 textos (2004 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 12/12/17 10:31)
Francisco Monteiro