Soneto

Quando pego na caneta

Eu sinto imensa vontade

De cantar sobre o planeta

Lugar de tanta maldade

Eu mostro em minha faceta

Quem só comete vaidade

Embora a voz do capeta

Esconda a minha verdade

Neste planeta sombrio

O cidadão que tem brio

Termina sempre esquecido

O mundo tosco e cruel

Defende sempre o papel

Do malfadado bandido

Poeta Agostinho
Enviado por Poeta Agostinho em 15/02/2021
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