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Soneto de Insanidade

Tudo agora é um riso encantatório
Uma antecâmara da quimera cultivada
Um estágio de de uma estranha loucura
O sentimento na face já é notório

O riso já tornou-se Ninfa alada
Os olhos famintos, gemem de amargura
O trem partiu, só deixou saudade
Esta dúvida do que ainda é real

Uma bruma, que confunde os olhos meus
Sou apenas mais um louco  na cidade
Que não sabe distinguir o bem do mal

Não lembra mais se ama você ou Deus
Sou apenas aquela brisa que dissipa
Os risos que um dia foram teus.
Moisés Lopes
Enviado por Moisés Lopes em 26/11/2007
Reeditado em 26/11/2007
Código do texto: T753679
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Moisés Lopes
Curitiba - Paraná - Brasil, 33 anos
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1 e-livros (69 leituras)
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Moisés Lopes