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Invasão

Invado teu espaço sem ao menos pedir-te
Refiro-me a ti com fervor sem par
Prefiro morrer a deixar de amar
Reflito o horror que por fim persiste.

Nunca houve no mundo estupidez tamanha
Que resistisse assim com ferrenha covardia
Nem ninguém que tivesse eterna garantia
De resistir a tudo como astuta aranha.

Volto pra mim mesmo com infinito pesar
Estorvo tamanho por razão de estar
Amando o invisível que sempre espera

Que o fosso desse autor que se enquadra em luto
Seja fundo e interminável de negrume absoluto
Volvendo ao esquecimento do fim de uma era.
gothmate
Enviado por gothmate em 13/12/2005
Código do texto: T85129


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Sobre o autor
gothmate
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil, 45 anos
26 textos (1072 leituras)
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gothmate