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" DESABAFO DE UM INFELIZ SOFREDOR, MERAMENTE CIDADÃO."

Muito se fala em psicólogos, muitos jovens adoecem e ferem-se a alma procurando saída com rapidez deste mundo em que ababelado o é, o está, que é a sociedade atual, pois, não há mais reunião...em repartição alguma e sim tudo on-line é mais fácil e rápido.
Não há diálogos e se há, nas brutalidades balelas.
Não há conforto, amigo, compreensão e muito mais.
Ninguém, mais, se prende as dores dos seus irmãos se o são ou se os entendem por tal.
Não há cooperação de modo algum. As redes sociais que fazem amizades tantas e nenhuma quando precisa...isso faz, são de grande facilidade a juntar as comunidades, grupos, e para tal há especialista nisto?
Qualquer um tem o direito de usá-las e independem de como as usa uma vez que drogas, estavam vendendo por meio programas tais.
Muito dói no peito e sentimento humano, a quem o é, saber que estão dando cabo a vida muitos e na maioria jovens, um absurdo, cadê os direitos humanos que visariam cuidar da população fosse, em território nacional.
Apenas, gritos em silencio, jornais, que na realidade, se foram, pois não mais são lidos, faltou nessa área um apoio e incentivo...a cultura no Brasil é meramente cultura por existir a palavra, nem mesmo biblioteca existem mais, se as existem, misérrimas vezes usadas, uma vez que buscar no seu Google é mais fácil.
Isto é fazer vadiar uma memória...quantos nobres, poetas e escritores desconhecidos nas sarjetas da vida.
Quanta pena, quantos jornalistas capacitados foram para as ruas...direitos humanos, nenhum, a blindar os seus direitos.
Banalidade o que ocorre, quantidade de jovens que se sepultam, pois sem saída e apoio, ninguém vai a nada, o engano o leva a morte.
Os jornais célebres em mostrar a desgraça humana, a viver-se dela, ou seja, delas. Não apontam uma saída, ainda que melancólica, porém com esclarecimentos iria se melhorar, bastasse na singeleza, apontarem-na.
Peço perdão por usar aqui palavras incultas, não achei outro meio a desabafar e por afora o que me faz sofredor pelas injustiças tantas dentro do meu pobre país que fora, de primeiro mundo.
Antonio Israel Bruno
antonioisraelbruno
Enviado por antonioisraelbruno em 05/05/2018
Reeditado em 05/05/2018
Código do texto: T6328224
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
antonioisraelbruno
Barrinha - São Paulo - Brasil
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