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Conto das arábias


...uma voz longe me excita, sinto uma tumidez em meu pau, um calor na região sul do Brasil, na velocidade da luz, nasce um menino que é levado como escravo para o Egito pelos seus irmãos, o que é proibido determinantemente é mais gostoso, vozes vindas do deserto me lembram toques deliciosos, movimentos de ousadia e carícias indiscretas, minhas pernas sem razão agora se enroscam - continuamos essa caminhada pelo deserto com colunas de fogo nos acompanhando a noite e nuvens carregas durante o dia impedindo o sol de queimar nossa pele, sou transportado e algemado por uma caravana de mercadores de escravos, serei vendido na feira livre das cidades do Egito, fantasias das arábias, uma linda mulher de feições proibidas e intenções malvadas mexendo comigo e acariciando minha inocência, ela diz, é esse que eu quero, quando percebo sou levado a força diante do Palácio do Faraó, ele está lá com sua rainha, a Cleópatra de todo o Egito, rainha dos filisteus, eu com as duas mãos para trás amarradas, e os pés acorrentados, nu, exposto como um cão sem dono, a princesa que me comprará me carrega para o saguão dos escravos, lá me dão um banho, outras escravas também estão sendo lavadas nesse momento, temos medo e vergonha, eu olho para o chão, penso na minha família, então um servo da rainha me veste com roupas limpas, me levam até o palácio novamente e lá me designam como serviçal, a noite somos trancados no porão pequeno e sujo, aonde ficam todos os escravos, novamente a voz vem na calada da noite, me cariciam os instintos, sinto que meu pau começa a crescer sem controle, mas nesse momento estou em um alojamento apertado com um monte de outros escravos, homens e mulheres dormindo, percebo que alguns estão acordados olhando para o céu, eu continuo tentando controlar, mas de longe mais outras vozes se juntam e são feiticeiras dos meus desejos, proibidas para mim, invioláveis, e meu pau está muito rígido para que eu continue de bruços, então, coloco minha mão por cima do pano fino que me cobre, as duas mãos e o seguro, mas essa força faz com que ele me excite mais, meu corpo começa a jogar testosterona por toda parte, a sensação de prazer é inevitável, as vozes se aproximam de mim, gritam, gemem de alegria, estão tão distantes de saber que simples vozes estão deixando algum escravo louco, louco, louco por vocês, eu olho novamente para os lados, agora todos estão dormindo, as filhas do faraó estão la fora gritando, brincando, e as vozes se misturam, agora são vozes agudas, com vozes graves, finas e tônicas, meus instintos se interpelam e eu já não sei mais o que fazer, se eu estivesse em casa, se não tivesse sido traído pelos meus próprios irmãos, aonde estou nesse exato momento?! Foi quando algumas daquelas vozes começaram a gritar, como se alguma farpa tivesse lhe furado, e gemia, gritava, tira, tira, tira daqui, está doendo, machuca, vai de vagar, eu já não aguentava, minha mente era irredutível, meu pau latejava, notei que uma escrava estava ao meu lado percebendo minha situação, devagar se aproximou de mim, olhou em meus olhos, com minha cabeça de lado olhei em seus olhos, ela foi de vagar com sua mão por baixo do pano final e afastando os meus dedos segurou firme na minha rola, na hora não aguentei e dei um pequeno gemido de prazer e dúvida, minhas pernas jogaram todo o meu corpo para cima, e meu pau foi ao teto, sorte ninguém ter visto, ela continuava com movimentos suaves para cima e para baixo apertando a cabeça, as vozes iam sumindo, agora aqueles olhos continuavam entrelaçando os meus sentidos, eu já não lembrava mais que estávamos em um calabouço, preso como escravos no Egito, já não lembrava mais o mal que a minha família me fez, apenas sentia a satisfação de ser acariciado por uma bela escrava, ela aumentava a velocidade dos movimentos, eu quis tocá-la, mas ela não permitiu, não deixou que eu a tocasse, apenas um pouco nos seus seios, eu quis chupá-la, ela não permitiu, colocou seus seios para fora para que eu visse, e segurou no meu pau com mais garra, eu virei de lado e ela virou de frente para mim, continuou os movimentos e cada vez mais veloz, ela me olhava sério, e as vezes com um olhar de quem queria me matar, não parava de mexer sua mão, comecei a me perguntar quem era aquela garota, como ela chegou aqui, de onde veio tanta coragem, por que logo eu, estava tão aflito, mas ela me achou, ela queria, ela quis me salvar, agora começou a ficar mais gosto, me deu um beijo, apertando mais ainda meu pau que agora nessa hora estava latejando de duro em sua mão, ela balançava para lá e para cá, colocou sua barriguinha de fora e esfregou meu pênis em seu umbigo chegando mais perto de mim, as vozes voltaram, gritavam alto, eu pensei que estivesse alguém por perto, que alguém vinha, quis sair, mas ela me segurou, olhou sério em meus olhos, fez sinal com a cabeça que não, jogou seu lençol por cima de mim, ela estava pelada, soltou meu pau e me puxou para mais perto com sua mão direita, eu encostei nela, notei que estava bem molhada e quente, suava, era quente, muita gente nos apertava naquela hora, ela jogou sua perna por cima das minhas coxas, eu naturalmente em um impulso me aproximei mais ainda, parece que o instinto me mostrava o caminho, com a minha cabeça apontando para a dela, testa a testa ela segurou meu órgão duro com a mão por baixo da sua bunda e colocou em sua carne, eu empurrei e senti uma macies quente de uma bela de uma penetração, na hora eu perdi o sentido peguei em sua bunda forte com minha mão esquerda e puxei para mais perto de mim, fazendo todo o meu pau entrar, eu sentia que estava gostoso todo dentro, sentia em meus ovos molhados com águas que jorravam da fonte da esperança, as vezes vinha mais perto ainda, e nem olhei mais, a beijava contorcionando os músculos da minha coxa jogando todo o meu quadril para cima do quadril dela, ela levantava a cabeça de prazer e eu me agarrava ao seu pescoço. Ela segurava em minha cabeça agarrando em meu cabelo com um desespero de quem estava subindo um penhasco, eu com mais vigor socava dentro dela, ela esfregava a sua coxa gostosa por toda a minha perna, com o pé deslisando pela minha perna, foi quando paramos um pouco, ela e eu olhamos ao redor, ela se afastou um pouco, meu pau ainda muito petrificado saiu de sua boceta molhada, ela se virou e encostou a bunda em mim, eu puxei seu cabelo enrolando em minha mão, trouxe para mais perto de mim, chupei seu aurícula, passando minha língua por dentro da orelha, ela dobrou as costas empinando sua bunda para cima de mim, eu segurei minha viga com a mão e puxei apontando a cabeça para baixo e como um foguete pronto para sarpar encostei na boca de sua vulva quando senti que abria eu avançava com meu quadril, e a penetrava deliciosamente, quando senti que estava na metade, tinha caminho livre empurrei com força puxando sua cabeça para cima de mim pelo cabelo enroscado em minhas mãos, em um movimento bruto e sem dó, rebolando no final com minha pica toda atolada em seu canal, ela gemia como uma gazela, grunidozinhos baixos me exitavam ainda mais, as vezes voltavam e ficavam ainda mais perto, então eu parava e ia mais de vagar, mas ela ordenavam q'eu continuasse, "não pare, não pare, clamava aquela escrava, então eu empurrava mais ainda, e com mais força e mais rápido alternando em movimentos lentos e sensuais e movimentos rápidos, rápidos e sensuais e lentos e fortes, ela rebolava loucamente, passava aquela bunda por cima de todo quadril,com vigor me jogava nela com toda fome que tinha naquele momento, toda a sede de um escravo açoitado e injustiçado pela família e pela sociedade, filho de uma sociedade infame, hipócrita, não queria mais saber, nem vozes, nem calabouço, nem faraó, somente socava aquela escrava com todo vigor, a coloquei um pouco meio de bruços e montei em cima, continuei socando com um cotovelo no chão e a outra mão que não largava seus cabelos, apoiava a cabeça com o rosto atolado entre seu ombro e sua cabeça, com a boca colada em sua orelha, e socava forte por cima do seu bumbum, pulava como uma criança pula no parque de diversão, ela de boca aberta gemia, alto, já não tinha mais receio de nada, notei que alguns olhares de longe notava o que fazíamos, mas o que a vida daquelas pessoas tinha a ver com a nossa, alguém ia morrer ali, a fome, o trabalho forçado, a humilhação o açoite dos capatazes, tínhamos mais é que aproveitar, então soltei os seus cabelos, me joguei para cima, fazendo com que ela ficasse totalmente de bruços e soquei com gosto com meu quadril por cima de sua bunda, até gozar e gozei, e ela subsequentemente sentindo meu esperma quente sendo jorrado em sua vagina, gozou, instabilizando todo seu corpo em uma grande espetada de agulha, ainda continuei com movimentos lentos, tentando reanimar, ela rebolava um pouco, agarrava meu pulso sobre minha mão que apoiava meu corpo em cima do dela, caí sobre seu corpo, e abracei sobre seus ombros, ainda estava dentro dela, sentia meu coração bater forte junto com o dela, estávamos suados, ninguém mais nos olhava, nem as vozes ouvíamos, éramos somente eu e ela, a beijei involuntariamente, e me joguei de lado, ela virou junto e logo se pós de frente para mim, nos olhávamos com os olhares cansados, confusos
e satisfeitos, ela me beijou na boca com um selo, mexeu em meu cabelo olhando para cima de minha cabeça, alisando meus ombros, e meu peitoral, eu tocava em sua face e sentia um doce de carinho vindo em mim, logo adormecemos, quando acordei não tinha mais ninguém, apenas na porta o carrasco gritando - "ainda dormindo escravo?!" E com um chicote sedento me açoitou, açoitou, açoitou até sangrar todo o meu corpo pelado à carna viva, só tive como proteger meu rosto e meus testículos, levantei rapidamente e corri para o pátio, todos estavam carregando pedras, eu mal me vesti não me deram nada para comer e comecei a trabalhar, com o carrasco no meu pé me chamando de vagabundo, preguiçoso, vadio, que eu iria sofrer mais que todos pela minha desobediência, por ter ousado desafiar o faraó. Nada mais pensava, somente em cumprir o que o carrasco mandava eu fazer...
Arthur Wagner



Arthur Cavalcanti
Enviado por Arthur Cavalcanti em 03/04/2020
Código do texto: T6904974
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Arthur Cavalcanti
Coremas - Paraíba - Brasil
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