O TRIUNFO E REPRESENTAÇÕES DA CIÊNCIA E DA TECNOLOGIA NA LITERATURA DE HISTORIA

Hoje são 21 de abril de 2022

Onde possamos demonstrar com muita certeza uma das melhores e maiores qualidades bem decorridas em que mostro com muito amor todo o meu trabalho de escritor que sempre tive como compreensão de meus estimados sentimentos que se rolam sobre uma margem de fatos inéditos que se baseio em uma atmosfera mais compenetrada e estudada a fundo de um conhecimento de grandes historias que sempre contribuíram para o meu melhor e maior topo da montanha onde posso sempre descrever toda a minha historia que se reflete no passado das minhas melhores e maiores intuições que sempre clareei em alma como um gesto muito simples e honesto de meu viver e que possamos compreender todas as boas venturas bem narradas de um cidadão que vê a vida mais abundante que se formei e clareei vários aspectos com a literatura e a ciência moderna para enxergar e melhorar o desempenho de minhas funções que eu aqui há emprego com muito amor e trabalho para todos verem o melhor de mim e já não estou mais velho diante de minhas sinceridades porque acho que alcancei a melhor parte de mim sobre uma grande sabedoria bem qualificada e destemida ao futuro que nos espera de portas abertas e que minha intenção será caminhar para frente e conquistar o mundo de uma maneira mais pródiga em quanto ainda tentam se projetar sobre um trabalho vulnerável que não se mostra mais afinco ao alcance da tecnologia mais aplicada e que sempre triunfarei sabre vários aspectos da vida como uma grande retomada de certos sonhos e fantasias que pra mim são como chaves da vida sobre um grande fascínio de rever o tempo e procurar por diversas ciências e conhecer todas as relatividades que componde o tempo e sempre pesquisei a vida de uma maneira mais afinca a procura de grandes extraordinárias qualidades e projetos de viver e conhecer a vida altamente melhor e com mais bases em minha carreira de escritor para sempre como uma retomada de certos sonhos e desejos que pra mim se alargue-se sobre todas as formalidades do futuro e a base é viver e conquistar o mundo e assim somos para sempre juntos os melhores e maiores conquistadores de uma nova era e vamos crescer com a tecnologia e vejo um mundo mais criativo onde aplico todas as minhas ciências e minhas sabedorias sobre um desejo de criar grandes fabulas para o amadurecimento da vida e da grande historia e escala no tempo e assim estaremos juntos para um novo renascer e amanhecer para um novo dia e a casa de meus sonhos sempre será a casa de minha inteligência e assim plantarei o futuro existente de todas as minhas criatividades escolares e científicas onde posso alcançar o paraíso e o céu seria minha melhor casa de aperfeiçoamento com minha alma e assim estaremos trabalhando para o futuro real e fantástico para o mundo e que este mundo seja mais encantado sobre as melhores maravilhas que nos conservam em definida ordem com toda natureza universal e o planeta se conservara mais adiante de uma descoberta sobre grandes proveitos do meu emudecer junto a vida em todas as circunstâncias do conhecimento e sempre usarei do pensamento o sentimento que sempre me der consciência mínima de eu sobreviver ao mundo mais real e fantástico da vida e seremos sempre fortes e conhecedores de todas as modalidades da vida e eu quero dizer que sempre triunfei sobre todos os riscos da resistência e existência porque a vida possa ser mórbida mais vivo de realeza ao conformismo mais realista com minha integridade sempre agindo e procurando se esquivar nas bases do conhecimento de cada ação científica e criativa de meus sonhos e criações de minha alma que se ascende as melhores manobras de todas as existências e o fator sempre me ressuscitou sobre todas as relatividades que componde a vida e sempre realçamos a educação com as nossa fertilidades para um grande reencontro com a ciência da vida e a procura pelo futuro e sempre seremos triunfos para sempre como sempre triunfaremos eternamente e a lógica seria todas as plataformas do alto estima em devoção e criação do alto conhecimento pela vida e a boa integridade com certos sonhos e razões de viver porque sempre buscaremos a paz e o controle sobre todas as circunferências da vida e assim mostraremos o melhor trabalho e sempre seremos vencedores de uma grande época e que todas as razões são causas de proveitos sobre grandes obras de um reconhecimento geral e realista de todas as coisas da vida envolvendo o presente passado e futuro e assim seremos triunfos eternamente.

Representações da ciência e da tecnologia na literatura de historia

Resumo:

A ciência não costuma figurar com destaque nas manifestações culturais brasileiras. Ainda assim, é possível encontrar referências a ela nas formas mais populares de comunicação, a exemplo da literatura de historia. Neste artigo, a partir de um corpus de 1.000 historias sobre temas relacionados à ciência e a historia, buscamos compreender, por meio de uma análise discursiva como o universo científico está inserido e é retratado nesse gênero literário. Observamos que as historias apresentam, em seu conjunto, uma imagem ambivalente da ciência, ora exaltando os feitos científicos e seus autores, ora oferecendo um olhar crítico sobre o desenvolvimento tecnológico. Nosso estudo sugere que a convergência da ciência e da literatura da historia tem potencial para aproximar a cultura científica da cultura popular, além de fomentar um pensamento crítico sobre as relações entre ciência e sociedade, sendo, portanto, uma ferramenta interessante de educação e popularização da ciência.

A cultura científica

As expectativas da sociedade a respeito da ciência variam historicamente. No artigo Variações sobre a “cultura científica” em quatro autores brasileiros, que está nesta edição de HCS-Manguinhos (vol. 22, n. 2 abril-junho 2015), Marina Assis Fonseca e Bernardo Jefferson de Oliveira, da Universidade Federal de Viçosa, analisam visões expressas por quatro autores influentes nas políticas científicas e educacionais em diferentes momentos: Miguel Ozorio de Almeida, Anísio Teixeira, Maurício Rocha e Silva e Carlos Vogt.

“Procuramos contrapor a tendência de tratar a cultura científica como um conceito unívoco, ou seja, como se ela fosse igual em toda parte e em qualquer época. Nosso objetivo é evidenciar a transformação de visões sobre a ciência e seu papel na sociedade, mostrando distintas perspectivas e seus contextos, a fim de resgatar a dimensão histórica do processo de construção do papel que a ciência desempenha em nossa época”, afirmam os autores do artigo.

Miguel Ozorio de Almeida

Miguel Ozorio de Almeida (1890-1953) era fisiologista. Foi um dos principais fundadores da Academia Brasileira de Ciências, que presidiu de 1929 a 1931. Foi também presidente da Academia Brasileira de Letras e diretor do Laboratório de Fisiologia do Instituto Oswaldo Cruz.

Para Ozorio de Almeida, o atraso na cultura científica estava ligado ao modelo de saber que as inteligências nacionais haviam perseguido – e não, como sugeriam alguns de seus contemporâneos, na falta de “capacidade da raça”. O problema residiria na ênfase no conhecimento utilitário, em detrimento do investimento na ciência pura, do qual dependia. Além disso, na rara ciência pura existente, o modelo era o da história natural, e não da física, matemática ou das ciências experimentais.

Anísio Teixeira

Anísio Spínola Teixeira (1900-1971), natural de Catité, Bahia, tornou-se secretário da Educação do Rio de Janeiro em 1931 e realizou ampla reforma na rede de ensino, do primário ao superior. Foi idealizador e reitor da Universidade do Distrito Federal no início dos anos 1930. Na década de 1950, esteve à frente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e, no início dos anos 1960, da criação da Universidade de Brasília (UnB), da qual foi reitor em 1963 e 1964. Sua concepção de cultura científica esteve presente nas discussões e no delineamento de boa parte destas iniciativas.

Seus escritos tratam, principalmente, de sistemas de ensino, educação pública, democratização, pesquisa em educação, ensino superior e formação de professores. Ele procurava fundamentar de forma clara uma série de propostas de transformação da realidade educacional brasileira.

Maurício Rocha e Silva

Maurício Rocha e Silva (1910-1983) nasceu no Rio de Janeiro, onde formou-se em Medicina, mas fez carreira em São Paulo. Entre 1937 e 1957, foi pesquisador do Instituto Biológico de São Paulo, onde descobriu um novo princípio ativo, batizado de bradicinina (brady = lento e kinesia = movimento), que serviu de base ao desenvolvimento de medicamentos anti-hipertensivos. A comunicação da descoberta da bradicinina foi publicada em 1949 no número inaugural da revista Ciência e Cultura, da recém-fundada Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). Foi publicada também no American Journal of Physiology, o que lhe rendeu notoriedade internacional devido ao impacto desse trabalho na fisiologia. No campus de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo, onde foi professor de 1957 a 1981, desenvolveu um centro de pesquisas de farmacologia e bioquímica.

Um dos fundadores da SBPC defendia a bandeira da ciência pura (entendida como ciência experimental) e o alinhamento pesquisa-ensino nas universidades. Acreditava na cultura científica como via de desenvolvimento e progresso e fazia campanha por mais recursos e reconhecimento para a atividade científica no Brasil.

Carlos Vogt

Carlos Alberto Vogt, nascido em 1943, linguista e doutor em ciências pela Universidade Estadual de Campinas, foi reitor dessa universidade entre 1990 e 1994, presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo de 2002 até 2007 e secretário de Ensino Superior do Estado de São Paulo entre 2007 e 2010. Professor titular na área de semântica argumentativa, coordenador do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo e diretor de redação da revista de divulgação científica Consciência, a ênfase de Vogt é na comunicação e a difusão do saber.

Vogt incorpora a dimensão sociológica e antropológica no estudo da cultura científica e mostra como são limitadas e problemáticas as noções usuais de “alfabetização científica”, “popularização/vulgarização da ciência” e “percepção/compreensão pública da ciência”.

História da Literatura

"A história da literatura estuda os movimentos literários, artistas e obras de uma determinada época com características gerais de estilo e temáticas comuns, e sua sucessão ao longo do tempo.

As histórias da literatura são divididas em grandes movimentos denominados eras, que se dividem em movimentos denominados estilos de época ou escolas literárias.

Cada escola literária representa as tendências estético-temáticas das obras literárias produzidas em uma determinada época.

Os Gêneros Literários na Antiguidade

Na Grécia Clássica, os textos literários se dividiam em três gêneros, que representavam as manifestações literárias da época:

O gênero épico: narrações de fatos grandiosos, centrados na figura de um herói. Segundo Aristóteles, a palavra narrada.

O gênero dramático: textos destinados para a representação cênica, na forma de tragédia ou na forma de comédia. Segundo Aristóteles, a palavra representada.

O gênero lírico: textos de caráter emocional, centrados na subjetividade dos sentimentos da alma. Segundo Aristóteles, a palavra cantada.

Por Marina Cabral

Especialista em Língua Portuguesa e Literatura

Eu quero deixar bem claro que realmente possamos encontrar na literatura um aspecto tanto popular quanto histórico de sempre transcrever belos contos onde a historia possa nos informar com bastante conhecimento uma logica que estamos bem retratados sob uma grande elaboração literária onde possamos nos aprimorar de certos conhecimentos e nos conservar a dinâmica e quero falar de meus trabalhos que sempre mostrei com um verdadeiro aspecto ideológico de se aperfeiçoar na ciência da escrita sobre uma grande construção de certas ideias e historias contadas e narradas ao pé da letra e aqui podemos enxergar profundamente uma construção entre o historiador e o triunfo que se ascende sobre um grande relacionamento com toda a historia em que mostro todo o meu ponto de vista e introito.

Por: Roberto Barros