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Direito de Família

 
É bastante significativa, ressavaldas opiniões contrárias, a bem arquitetada e pontuada conclusão sobre a traição em que se chegou o ilustre Jurista Washington de Barros Monteiro, em seu Curso de Direito Civil (Volume 2, Direito de Família, página 117):
 
"...  do ponto de vista puramente psicológico, torna-se sem dúvida mais grave o adultério da mulher. Quase sempre, a infidelidade no homem é fruto de capricho passageiro ou de um desejo momentâneo. Seu deslize não afeta de modo algum o amor pela mulher. O adultério desta, ao réves, vem demonstrar que se acham definitivamente rotos os laços afetivos que a prendiam ao marido e irremediavelmente comprometidos a estabelecida estabilidade do lar.

        Para o homem, escreve Somersen Maugham, uma ligação passageira não tem significação sentimental         ao passo que para mulher tem.  Além disso, os filhos adulterinos que a mulher venha a ter, ficarão  necessariamente ao cargo do marido, o que agrava IMORALIDADE, enquanto os filhos do marido com   a amante jamais estarão sob os cuidados da esposa. Por outras palavras, o adultério da mulher   transfere para o marido o encargo e alimentar prole alheia, ao passo que não terá essa conseqüência o   adultério do marido. Por isso, a sociedade encara de modo mais severo o adultério da primeira."
 

CONCLUSÃO:
O homem não é infiel, ele apenas tem "Caprichos Passageiros" .
Clovis RF
Enviado por Clovis RF em 03/12/2007
Código do texto: T763202
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Sobre o autor
Clovis RF
Belo Horizonte - Minas Gerais - Brasil
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