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HOMENAGENS; SEGUNDA PARTE


A poesia é a passarela
Os versos são as modelos
A estilista é Suely Ribela
Cria as formas com muito zelo.

Com ela o amor é manifestado
Com ela a poesia caminha
Ela sempre deixa o seu recado
Ela só poderia ser
Flavinha.

Acendam os faróis
Liguem as sirenes
Digam as luas para os sois
Poetiza é
Anne Lorene.

O vento toca o seu rosto
O seu corpo sente o mar
O sol observa com gosto
A poesia de Juli invade o ar.

Para os momentos indecisos
Para aquietar a alma
Tudo o que eu preciso
É a poesia que a(Calma).

Ciranda cirandinha
Cirando de qualquer maneira
Cirando na escrivaninha
Lendo
Helena Bandeira.

Na porta da poesia
Sempre há quem espere
Com imensa alegria
A chegada de
C. Mirelle.

Não dá para esquecer
A cordilheira dos Andes
A beleza do amanhecer
Os versos de
Rita Fernandes.

Na teia do poema
Gláucia é aquela que tece
A vida é o seu tema
O amor o que estabelece.

O néctar atrai o beija-flor
A tarde atrai a brisa
A presa atrai o condor
Atrai-me os versos de
Maysa.

Café é com pão de queijo
Pode ser com broa de milho
Beijo nem sempre é beijo
Poesia é Maria Petronilho.

A luz do sol aparece
Por trás daquela colina
O calor poético aquece
A alma de
Paulo Lima.

Entrei numa cantina
Perguntaram-me, o que vai degustar?
Vinho com a poesia de
Lahaina
Senão; vou me mandar.

A vida é um eterno querer
Poder nem sempre se pode
Há um caso que querer é poder
Viajar nos versos de Zélia Nicolodi.

Poesia não se lê por ler
É necessária a reprise
Ainda mais quando está a ver
Os belos versos de
Ibernise.

Assim como o sol se levanta
Anunciando um novo dia
Minha alma se encanta
Com os versos de
Maria.

Os filhos sempre esperam
A chegada de seus pais
Meus olhos sempre anelam
Pelos versos de
Mari Saes.

De folga no meu doce lar
Os pés sobre os chinelos
Viajo no terno versejar
De
Joselma Vasconcelos.

Na fonte da poesia
Jorram versos aos montes
E para minha alegria
Miriam Dutra era a fonte.

É um mistério o viver
Os dias nos deixam estigmas
O poeta questiona o ser 
Tentando decifrar o
Enigma.


Eu disse que outras viriam
E elas aqui estão
Simples versos que fluíram
Do fundo do meu coração. 

Aqueles que não estão
Nesse trem das homenagens
Certamente estarão
Nas próximas viagens.





DELEY
Enviado por DELEY em 14/03/2007
Reeditado em 15/03/2007
Código do texto: T411855


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Sobre o autor
DELEY
Belo Horizonte - Minas Gerais - Brasil
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4 e-livros (1667 leituras)
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