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Perdoar e esquecer.

Como é horrivel um dedo apontado
E por qulquer motivo sendo acusado
E sem nenhuma chance de defesa
Me sinto um criminoso acuado
Arrancando coisas bobas de um passado
Como dono da verdade e com certeza.

Quanta coisa o ser humano tem ainda que aprender
E a principal é perdoar e esquecer
Ao invés de ficar só se remoendo
O perdão é algo tão bonito e tão sagrado
Faz a gente se sentir o coração aliviado
E porque a teimosia de não perdoar eu não entendo

Se eu fosse perfeito certamente não estaria aqui
Se  me chateiam em minutos eu já perdoei e me esqueci
Mas me irrita o porque de tanta condenação
E o pior de tudo isso é que com a maior cara de pau
Se sentindo engrandecido por praticar o mal
Me diz em alto brado eu jamais te darei o meu perdão.


Quanta coisa que sem resolver vira acumulo
Para depois entre falsas lagrimas na beira de um tumulo
Dizer fingindo o que vai ser de mim agora
Os anos passam e quantas coisa se evolui
Parece que só o intelécto humano é que não flui
E com tristeza te confesso não vejo sinal de melhora




É só magoas murmurios e confusão
Como se fosse a infeliz vitima da maior conspiração
Sem um segundo de lucides e dicernimento
Eu fico olhando e sem pensar que sou melhor
Mas com a certeza de que eu sei salteado e de cór
Que o que estes seres gostam é curtir um arrependimento.
Pedro Nogueira
Enviado por Pedro Nogueira em 23/09/2007
Reeditado em 27/09/2007
Código do texto: T664367
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Pedro Nogueira
Campinas - São Paulo - Brasil, 64 anos
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Pedro Nogueira