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Eu não cacei inimigos meus! Mas vossos!

Esses eu venci em Guerra, falta reconstruir a Terra pós-apocalíptica!




A espionagem que vou fazer é religiosamente contemporânea e atualmente militar!

Diziam eles contra mim e os bons homens:
"Somos gay! Se erramos, consertamos! Mas o que é necessário
Para destruí-lo se vocês nã o amam? Se ele é bom, nós somos
Maus! Então, se ele não peca nem crime comete, que ele seja preso por
Traição à lei dos pilantras!"

Junta-se a isso a filosofia Hitleriana,
O trabalho escravo e os seriais killers, os exorcistas, o príon das vacas
Loucas, os zumbis e os vampiros e terão seres humanos tementes ao
Diabo Científico! Eu os trato como meus inimigos, mas são os
Diabos que reinam um mal preexistente e que não necessita Apoca-
Lipse para existir: Esse é o Pecado Heterossexual homem/mulher
Na frente do qual eu prefiro ser santo e vivo!


Esses seres são Diabos semelhantes, mas aquele que realmente é se revelou;
Os outros só se revelam em guerras em que eu, O Cristo, não estou presente!
São covardes e perniciosos e devem ser relegados à categoria de zumbis
Até que nossa moral e ciência possam submetê-los como sendo débeis mentais!


Hugo Proença Simões, poeta de guerras.
Ulisses de Maio
Enviado por Ulisses de Maio em 20/08/2017
Código do texto: T6089477
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Ulisses de Maio
Fortaleza - Ceará - Brasil, 30 anos
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