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Texto

Que alma é esta a tua,
Formada de nada
Desorientada, vagante
Que pula de corpo em corpo
Em noites insanas!

Que alma é esta a tua
Que nada se vê de puro
Em crueldade padecendo
Se apoderando de podre corpo profano!

Que alma é esta a tua
Que deixa cheiro de cicuta
A matar a alma pura
Que em teu caminho cruza...

Alma indigna de perdão, não és
Abra seu negro coração
E expulse as dores da derrota
E clame a Deus pai por tua misericórdia!

Monet Carmo
Enviado por Monet Carmo em 16/10/2006
Código do texto: T265425
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
Monet Carmo
Belém - Pará - Brasil, 38 anos
2346 textos (300539 leituras)
74 áudios (9801 audições)
4 e-livros (1098 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 18/12/17 15:02)
Monet Carmo

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