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SORDADE DO JERIMUM


SORDADE DO JERIMUM
(Poesia matuta)

Aquilo é qu'é terra boa!
A gente lá nunca soa
Poi lá nunca fai calô:
A terra é sempre fresquinha,
As foia sempre verdhinha.
Tô mintindo não sinhô!

O povo lá num tem boça
Pois véve tudo na roça
Do trabáio na inxada.
Todo mundo acodha cedo,
Tomo um cafezim no dedo
E pega logo a istrada.

Rosa Regis

Natal/RN - Setembro de 2006.
Rosa Regis
Enviado por Rosa Regis em 02/12/2006
Código do texto: T307331
Classificação de conteúdo: seguro

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