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devaneios de um escritor solitario


   É noite o fim, de expediente, que foi adiado
   Tornou-me escravo de meu trabalho
   A mente cançada, dispersa a espera da liberdade
   O frio congestiona meus sentidos,
   Me faz desejar  desistir da luta constante
   Contra o tédio que surpreende minha inspiraçao
   Mas derepente a solidão que incomoda
   Molda em mim uma nova vode de ser
   E me pego pensando em tudo que não fiz
   Em tudo que não aproveitei,
   E um grito sai de mim percorre o meu eu e liberta-me da
   letargia de existir
Laura White
Enviado por Laura White em 27/08/2007
Código do texto: T626699
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Sobre a autora
Laura White
Manaus - Amazonas - Brasil, 48 anos
1 textos (16 leituras)
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