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Ara homi!


Ieu nem mi arrisco parpitá,
adondi si iscondi a aligria,
pela istrada qui num tá,
qui eu percuro todo dia!

Ocês devia se acostumá;
qui aligria num é p’a pobre,
prá mode não desanimá,
quandu ela sempre fogi...

senti aqui, vamu cunversá
di otras coisa p’a si esquecê,
pruque filicidadi num há
quando a genti num podi cumê!

aligria? ora qui coisa, homi,
nunca que vem me visitá
enquanto eu tivé cum fomi
ara, ela vai é si debandá! 

(Poesia "online" - mote do dia 28/08/2007) 


Mais amiga Puetisa
mi permito discordá
purque acho qui num pricisa
sê rico pra se alegrá.
é só tê filicidade
qui a genti ri a toa
e sê rico na verdade
a via fica mais boa
mais o coitado do pobre
na vida ele discobre
qui ama a sua patroa! 

(Milla Pereira)



Mara Regina Weiss
Enviado por Mara Regina Weiss em 28/08/2007
Reeditado em 12/09/2007
Código do texto: T627574
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
Mara Regina Weiss
São Bento do Sul - Santa Catarina - Brasil
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