Capa
Cadastro
Textos
Áudios
Autores
Mural
Escrivaninha
Ajuda
Textos
Texto

Alma Vagabunda

Preguei olho num sono profundo
o cansaço em mim apoderado
fez-me adormecer abandonado
logo ali como um vagabundo

Sonhei que a sentia junto de mim
e que lhe dizia como a adoro
sonhei deliciosamente assim...
que a segurava pela cintura

que beijava seus lábios de seda
mas de repente...
que raios de aventura!
Acordei..., estava no banco do jardim

Já não se via o pôr-do-sol
tinha acabado de o perder amarguradamente
tudo aquilo de bom era apenas um sonho
e de um sonho nunca iria passar.

Aqui estou perdido neste mundo medonho
sem nada nem ninguém, e a chorar
pelo destino de uma vida deixada fugir.
Agora só me resta esperar pelo dia do julgamento.

O dia que me trará alívio está para emergir.
A solidão e a tristeza foram as aliadas
da amargura do meu ímpeto final.
Perdoo só a mim neste último juramento.
José Rios
Enviado por José Rios em 06/09/2007
Código do texto: T641736

Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original (José Rios - http://terradonabo.blogs.sapo.pt). Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas.
Enviar por e-mail
Denunciar

Comentários

Sobre o autor
José Rios
Portugal, 34 anos
17 textos (676 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 15/12/17 16:35)
José Rios