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TRISTE SOLIDÃO



Será que eu vou ser mais um condenado,
Viver para sempre assim, sempre sozinho,
Nessa busca constante, mas isolado,
Por um amor ideal, de um sincero carinho?

Vivo assim: Fachada alegre, íntimo triste,
Mesmo rodeado de prazeres inebriantes,
O coração busca verdades e não desiste,
Mesmo que esse alguém esteja distante.

Tive tantas mulheres quantas quis,
Dezenas, centenas, quantas desejasse,
Mas eu continuo por fim, triste, infeliz,
Porque ainda não achei a que me amasse.

E quando penso estar no caminho certo,
Dá tudo errado, entro na contramão,
Meto os pés pelas mãos, fico a descoberto,
E volto à zero. E me perco na perdição.
Lúcio Astrê
Enviado por Lúcio Astrê em 11/09/2007
Código do texto: T648445

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Sobre o autor
Lúcio Astrê
Euclides da Cunha - Bahia - Brasil, 60 anos
263 textos (10419 leituras)
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Lúcio Astrê