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Amor sublime amor.

Era noite escura, sem o brilho das estrelas ao luar, o vento gelado e forte tocava nas arvores vazendo-as balançar e assim tocar a janela da triste e solitária Esther. Naquele quarto só havia dor, dor de amor, incurável amor que segundo seus olhos tristes, foi embora e a deixou na solidão. Quem pudera deixar tal moça de sublime beleza mergulhar na solidão de um quarto frio e sem paixão?Esther em grande desilusão começou a chamar pelo seu amado, mas nada a respondia a não ser o vento a tocar sua janela. Em uma ultima tentativa Esther levantou-se de sua cama aos prantos e disse: Sublime amor meu, não me deixe parecer na solidão, me leve com você seja para aonde for, não me importa se for à escuridão, pois nela já vivo sem o seu coração, sem o doce mel de seus lábios a tocar os meus, sem o calor de seu corpo sobre o meu, que seja para a luz então, para que possamos junto viver este amor pela eternidade. Sem perceber Esther foi caindo em sua cama, um sono intenso a consome,levando-a para junto do seu amor sublime amor.
Aurelia
Enviado por Aurelia em 17/09/2007
Código do texto: T655976
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Sobre a autora
Aurelia
Cidade Ocidental - Goiás - Brasil, 30 anos
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