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Sem Rumo...

 Verdadeiramente loucuras banais,
 Aprofundadas em abismos tenebrosos,
 demasiadamente atormentado,
 o coração salta feito lobo,
 mergulhando a mente ao nada,
 devagando no outro lado do eu,
 atormentado, sombrio, louco.
 Por total encabulado e confuso,
 permanece até retornar ilusório à realidade.
 A relevâncoa de sentidos obscuros,
 são apelos horrorizados de temores,
 A fugitiva alma, descansa no vazio,
 à beira da impetuosa demência,
 Abrange o ser inteiro, confundindo
 os pontos do portal, estratégico mensageiro
 da consciência lógica, mas sem rumo... vai saindo
 onde permanecem pensamentos incompreendidos,
 e pela percepção, é convertida em abrigo, inabaláveis,
 moradas por onde perdida estou,
 encruzilhada do subconsciente vivo, que vivo.
Anasky
Enviado por Anasky em 18/09/2007
Código do texto: T657462

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Sobre a autora
Anasky
Arapongas - Paraná - Brasil, 31 anos
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