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POEMA REAL

O momento escorre,
a poesia decora
densas palavras.
Poemas,não são...
Sem métrica e sem rima
Sigo o que eu posso,meu
passo é confuso,marginal.
E confundo-me com qualquer
arte que venha do acaso.
Com qualquer sorte,que não
seja a minha.
Com qualquer morte,que não
seja carnal.
E o que mata alivia a dor
do outro,na agonia do
fatal,mas morrer não dói.
Morrer anestesia a arte
de estar vazia,compondo
na vida,apenas o real.
E dançando a valsa
com os pés da poesia
Logo,se vê...é fantasia
O amor é natural!
Luciane Lopes
Enviado por Luciane Lopes em 21/09/2007
Código do texto: T662526

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Sobre a autora
Luciane Lopes
Mirassol - São Paulo - Brasil, 46 anos
1215 textos (60556 leituras)
47 áudios (3088 audições)
1 e-livros (120 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 17/12/17 01:09)
Luciane Lopes