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Sociedade Animal

Marca de manuseio ferrenho em brasa que devora carne,
Cicatriz miserável que sela maneira em todos os lugares,
Tenta responder por algo que é instinto do homosapiens,
De liberdades-deveres escravos somos,
De cor isso não há preconceito animal,

Selva de pedra parecida com a verdejante a criatura selvagem,
Prega que existe-se dentro de sua própria raça,
Espécie única que se auto-cataloga por diferenças inexistente,
Somente aparente de pêlo, pele, narizes e olhos,
Força muscular desprevalece diante da tinta orgânica de um molusco dentro de tala,

Mais poderoso que a tempestade,
Voraz como o sangue que corre em veias e artérias,
De despertar o primal de destruição sem renovação evidente,
Lei da natureza rompida por catástrofe natalidade e desrespeito,
De si, de outros, de ecossistema vizinhança e desconhecido,

Afronta defronte osculo ostentado de canibalismo,
Devorar os mais fracos que não servem a matilha,
Estatuto perene da sobrevivência do esperto ao inocente,
Caminha o predador de idéias tocante ao que é inútil, útil,
Por folha verde carregar em caixas de aço juntar e guardar,

Só importa vencer, poder, ilidir-se, desejar, desprezar,
Ideais vencidos pela caça do bote dado a presa,
Presas sem dentes forjados de belo sorridente,
Devassa ameaça fundada de princípios escrupulosos no sentido contrário,
Do natural respeito ao comportamento adequado.
Léo Azevedo
Enviado por Léo Azevedo em 27/09/2007
Código do texto: T670234

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Sobre o autor
Léo Azevedo
Maceió - Alagoas - Brasil, 36 anos
47 textos (1847 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 13/12/17 17:30)
Léo Azevedo