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Manhês do Poeta

Poesia é solidão, do perdão
Do coração estraçalhado
De quem passa pelo cotidiano
E Sente pela primeira vez a paixão
Sem estímulos visuais
Só com a capacidade da imaginação
A paixão escuta e o apaixonado faz a canção, de
  um bramido de elefante na imensidão da selva.
Não há proteção

Cicatrizes vão aparecer
Quando o poeta desenhar
O som de um acidente
Esse por sua vez sutilmente estridente

Uma carência tatuada em seu peito transparente
Sem cor o barulho vive o tom
 Ouve-se um corpo cair no chão
Mais vivo, que ver na televisão
O suicídio não terá suicida
Para quem escuta o peso da vida, de um só coração.
Juliana deCiola
Enviado por Juliana deCiola em 01/10/2007
Código do texto: T676220

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Sobre a autora
Juliana deCiola
Curitiba - Paraná - Brasil, 34 anos
48 textos (3099 leituras)
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Juliana deCiola