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NOITES ESCURAS

Nas noites claras, só vejo escuridão,
sentado a beira da janela, tendo mar como ilusão.
A chuva acalma minha triste virtude,
tenho visões e aparições da minha juventude.
Mortes, tiros, casais, crianças,
nada disso tem importância
Meu pensamento estar distante,
dizem que minha alma é uma fonte borbulhante.
Quero ser livre, livre dos meus adversários,
logo eu, o mais solitário dos solitários.
Ó paixão! Perdoai-me a minha tristeza,
que se faz noite, que se faz beleza.
É isso que vos digo,
meu eterno inimigo
O FILHO DO LOBO
Enviado por O FILHO DO LOBO em 01/10/2007
Código do texto: T676705

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Sobre o autor
O FILHO DO LOBO
Salvador - Bahia - Brasil, 39 anos
5 textos (201 leituras)
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O FILHO DO LOBO