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MADALENA

                                                                                 Janjão
Madalena chorou sentada na calçada
Mãos atadas murchou, a esperança
Esperada.

Longe dela pensou no feto
Borbulhando em seu útero
E madalena chorou.

Como a dor no parto
Partindo suas entranhas
E madalena implorou.

Estranha no ninho, pensou
Tão pequenina e torturada
E madalena, apavorou.

Universo sujo, bruto,
Injusto, sem saída
E Madalena Protestou.

A vida parou, o
Dinheiro acabou
Mas Madalena não titubeou.

As horas passam
O filme terminou
E Madalena lutou.

dialetico
Enviado por dialetico em 02/10/2007
Código do texto: T676965
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Sobre o autor
dialetico
Limeira - São Paulo - Brasil, 55 anos
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