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"Fui procurar no mundo,
Os mais belos objetos, derivados que,
De certa forma,
Lhe trariam riquezas e almejos...
Mas no fim, vi que eram somente dejetos!
Me enbrenhei na natureza,
À procura de vida, ou algo que lhe trouxesse tal...
Mas ao retirar uma bela flor,
Chorei, gritei, ao perceber ela me dizer:
“Bye bye amor...”
E assim faleceu-se em minhas mãos....
Triste fiquei, mas não desisti de procurar algo a ti,
Corri, busquei, cheguei a viajar ...
Mas em tal mundo, nada! Nem um grão,
Que fosse a tua altura, consegui encontrar...
Matei-me devido à loucura! E nesta altura, Deus comentou:
“Oras, mas tu és o presente, como outros também lho são!”
Mas morto, nada pude fazer!Seguindo minha nova estrada,
o Universo deixou-me escrever tal carta!
Da qual a tinta é feita do meu sangue!
A letra e idéia são mais que minha alma!...
E como hoje não estou contigo, deixo-lhe amigo,
Não somente, um singelo presente
Que não encontrei neste mundo descrente!
Mas deixo-te minha intensão, que vivo não concluí;
Mas que translucido lhe deixo sentir...
A minha vida...
O meu amor...”
Insanidade Oblíqua
Enviado por Insanidade Oblíqua em 03/10/2007
Código do texto: T678423

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Sobre o autor
Insanidade Oblíqua
Sorocaba - São Paulo - Brasil
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Insanidade Oblíqua