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Aspas e apóstrofes

"Abro aspas" e "fecho a cara"
pr'um mundo ingrato, que "se engrandeceu"
a custo de minha castidade
e "à base de farpas e sangue"...
Fazem tudo pra que eu me zangue;
"prendem minha liberdade";
"sugam minha pureza rara":
minha submissão "s' enfureceu"...

Tanto sofrimento quant' este canto
não seja sequer um similar
pra "imunizar" ou, ao menos, amenizar
esse "excesso de dor no maxilar"

devido aos "sapos" que tive q' "engolir"
e aos "tombos e tapas que levei",
bem como ao "direito d' ir e vir",
que nem sempre "provei"...

É sempr' "assim",
mas quando vai "deixar de ser"?
Próximo ao "fim",
mas não, ainda, pronto pra "vencer",
em "guerras subatômicas",
"munido" apenas de "armas brancas"...
Tudo me escapa:
sou um "ganha-dores" e "fecho aspas"...
Valdir Júnior
Enviado por Valdir Júnior em 08/10/2007
Reeditado em 26/02/2013
Código do texto: T685486
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Valdir Júnior
Ribeirão das Neves - Minas Gerais - Brasil, 35 anos
83 textos (1563 leituras)
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