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POEMA CRU

Jogue pela janela fora o leite do gato,
à meia-noite e também jogue-se fora.
Porque no fundo a tua alma chora,
e o teu jardim agora é puro mato.

Como nossa alma é de pequeno porte,
conhecida sandice nossa é:
crer piamente na chamada fé,
ou torcer por vida após a morte.

Ridículo são teus trejeitos,
tua pele, teu hálito, teu tato...
Parece-me de todo um grande palhaço!

Deus tentou fazer de nós perfeitos.
Mas esqueceu-se que na Terra é fato:
somos todos cigarros do mesmo maço.
Sauloeduk
Enviado por Sauloeduk em 09/10/2007
Reeditado em 31/05/2008
Código do texto: T686452

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Sobre o autor
Sauloeduk
São José do Rio Preto - São Paulo - Brasil, 30 anos
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