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Profundamente inútil




Pouco, no entanto, vago e absurdo;
Mas traduz - imperfeição - desespero.
Alvo de críticas. Estúpidas!
Perdidas, em nosso, vil desprezo;
Por onde andas?

Sem estar, antes, em minha boca?
Para depois cair: em falácias mágicas;
Óbvias demais. Plenos, na dor.
Vai ser exangue, à medida que escrevo.

Expulsando as palavras.
Gestos e objetos, muitas metas;
Exatidão irreal. Mostra a cara
Arte desprezível. Jorra-me suas setas.

Se meu versejar findar,
Aplaude o começo de uma era;
De progresso... Que não pude dar,
Por alimentar essa fera!
Marcelo Luna
Enviado por Marcelo Luna em 13/10/2007
Código do texto: T693031
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Sobre o autor
Marcelo Luna
Juazeiro do Norte - Ceará - Brasil, 30 anos
23 textos (945 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 12/12/17 09:07)
Marcelo Luna