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MIGALHAS
 
Às vezes eu me odeio e o nojo faz morada
Em cada vão centímetro da minha essência,
Já que esse sentimento chega a ser demência,
Pois te dou quase tudo e ganho quase nada.
 
Mas não posso querer que me queiras e insiras
Em tua mente o mesmo amor e intensidade
Que faz com que eu te ouça e creia nas verdades
Ditadas, e no fundo eu sei que são mentiras.
 
Dou-me por satisfeito com esse estranho amor!
Abraços sem quentura, beijos sem sabor,
Uma companhia que me aponta várias falhas...
 
E enquanto eu não consigo libertar meu ser,
Esquecendo de ti em vez de me esquecer,
Eu vou sobrevivendo das tuas migalhas.
 
Nizardo Wanderley
Enviado por Nizardo Wanderley em 15/10/2007
Reeditado em 17/10/2007
Código do texto: T694615

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Sobre o autor
Nizardo Wanderley
Natal - Rio Grande do Norte - Brasil
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Nizardo Wanderley

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