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Poetas faróis de almas

Não me cansa exaltar o heroismo dos Poetas. Nem o heroísmo nem a sua bondade. Dentro do nada aparente das noites mais negras, que abismam tudo até mesmo a nossa imaginação e a nossa alma, resta sempre a sua luz resplandescente da imaginação, Essa Luz rompe quilométricas barreiras de nuvens ou de brumas, fazendo chegar ao viajor ainda que embaraçados, os clarões de seus versos contendo esperanças e deixando os seus olhos imensos á lacrimejar.
Sem lampejos sinalizadores dos faróis obstáculos, não seria possível enxergar a salvação, êles são baluartes avançados da certeza e da esperança de momentos menos difíceis. A sua luz de seus versos não intimida, Nem na fúria dos ventos ela se apaga. Eles não tombam vencidos pelas tempestades, Aturam, resignadamente ,os gênios das ventanias e das marés de criticas em turbulência.   São heróis de tôdas as batalhas contra o sos sôbro, contra a tragédia. Sua palavras são a bandeira que abriga o náufrago hurbano, dando-lhe a direção e a esperança de, ao menos encontrar um cais que não seja de seu destino mas que possa servir de pouso para a grande final de sua caminhada. Por isso gosto de falar de Poetas; embora seja um tema bastante repisado, mas eles transmitem sempre um mensagem de paz de esperanças de certeza em seus versos. Vós Sois Poetas, os faróis avançados. Sem os vossos lampejos, muitas galeras de almas sucumbiriam nas marés turbulentas da existência.Sois os mastros nas torres dos castelos da bondade, à espera do viandante perdido,no nada aparente de suas noites mais pardas. Que a vossos rasbiscos possa romper quilométricas barreiras de brumas de dúvidas e nuvens de ódio que envolvem o mundo atual. Que vossos clarões possam chegar,ainda que baços pelos nevoeiros ainda que trêmulos pela fúria do vento, que vossos clarões possam aportar as almas perdidas para que elas encontrem a ponte da salvação que é o Amor, que anunciou o Cristo na terra aos homens de boa vontade.
Jaubert
Enviado por Jaubert em 16/10/2007
Reeditado em 16/10/2007
Código do texto: T696803
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Sobre o autor
Jaubert
São Paulo - São Paulo - Brasil, 61 anos
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