Capa
Cadastro
Textos
Áudios
Autores
Mural
Escrivaninha
Ajuda
Textos
Texto

ESSE TEMPO CRUEL...

Ouço um relógio a tocar
Uma linda melodia
Já cansa o seu badalar
É escutado noite e dia.

Tic-tac, Tic-tac
Faz o relógio do quarto
Quase me dá um ataque
Já me estou a sentir farto.

Passam os minutos e as horas
Os segundos a cada instante
Chegas tarde, porque demoras?
Deixas-me asfixiante.

No da sala vou escutando
O cântico da Ave-Maria
Logo que estejas chegando
Sinto outra harmonia.

Ó tempo que está passando
Por cima das nossas vidas
Mais velho se vai ficando
Certas coisas são esquecidas.

O tempo também faz parte
Do ritmo da nossa rotina
Por isso também é arte
Da vida...tão pequenina.

Quem sente o tempo passar
Sente aos pulos o coração
Por mais que se tente parar
Quantas voltas se darão?

Por vezes queria tanto
Parar o tempo profundo
Esquecer as mágoas e o pranto
Poder melhorar o mundo.

Ter tempo suficiente
Para amar e ser amado
E mostrar a muita gente
Coisas do meu desagrado.

Tempo etrno, tempo sem fim
Jamais te posso parar
Deixa-me ir vivendo assim
Até Deus...me querer levar!
O Poeta Alentejano
Enviado por O Poeta Alentejano em 20/10/2007
Código do texto: T702438
Classificação de conteúdo: seguro

Copyright © 2007. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.
Enviar por e-mail
Denunciar

Comentários

Sobre o autor
O Poeta Alentejano
Portugal, 50 anos
855 textos (13831 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 17/12/17 16:09)
O Poeta Alentejano